quinta-feira, 9 de junho de 2016

Festival Sénior marca encerramento do ano letivo da UniSeM

Festival Sénior marca encerramento do ano letivo da UniSeM

Aproxima-se o final do ano letivo na Universidade Sénior da Moita – UniSeM e é por isso altura de mostrar à comunidade o que os alunos desenvolveram em diferentes disciplinas, como artes decorativas, teatro, dança, música, entre outras, ao longo do ano. Neste âmbito, a Câmara Municipal da Moita vai promover, entre os dias 14 e 17 de junho, o Festival Sénior que inclui a realização de espetáculos e do tradicional Piquenique Sénior.
Nos dias 14 e 15 de junho, pelas 20:30h, os alunos apresentam dois espetáculos de encerramento, com música, teatro e dança, na Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita. A entrada é gratuita.
No dia 16 de junho, as atividades centram-se na freguesia da Baixa da Banheira, a partir das 15:30h, com a apresentação do espetáculo de encerramento no auditório do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira. A entrada é gratuita.
A encerrar este festival, vai estar o Piquenique Sénior, no dia 17 de junho, entre as 10:00h e as 17:00h, no Parque das Canoas, na freguesia do Gaio/Rosário, aberto à população em geral. Basta aparecer e disfrutar dos vários momentos de animação e convívio à beira Tejo

Autarcas da Moita, Alcochete, Barreiro e Montijo solicitam reunião com Ministro da Saúde

Autarcas da Moita, Alcochete, Barreiro e Montijo solicitam reunião com Ministro da Saúde

No dia 2 de junho, realizou-se no edifício dos Paços do Concelho, na Moita, uma reunião que juntou na mesma mesa os Municípios da Moita, de Alcochete, do Barreiro e do Montijo para, em conjunto, analisarem a situação do serviço prestado pelo Centro Hospital Barreiro/Montijo e também pelos cuidados primários de saúde e encontrar soluções.
Para melhorar a qualidade do serviço de saúde prestado às populações é necessário, de acordo com os autarcas, reforçar os meios humanos, repor as valências, reorganizar o próprio Centro Hospitalar e reforçar também os cuidados de saúde primários.
Nesse sentido e tendo em conta que a área da Saúde é da competência da Administração Central, os autarcas decidiram pedir o agendamento de uma reunião ao Ministro da Saúde, levando à tutela as preocupações com um serviço prestado a cerca de 250 mil pessoas (pelo Centro Hospital Barreiro/Montijo e ACES – Agrupamento de Centros de Saúde do Arco Ribeirinho).

                                    NOTA DE REDACÇÃO:
Ainda sobre este tema tem o nosso Jornal publicado em Abril deste ano onde se dava conta da Perseguição que uma Utente estava a ser alvo no Centro de Saúde do Vale da Amoreira  Pertencente A Aces Agrupamento de Centros de Saúde do Arco Ribeirinho, esta mesma utente depois de muito lutar contra a sua Medica de Família que dizia que só ela é que sabia  viu agora a sua luta ter um desfecho favorável, para si a quanto já não pertence a esse uma vez que requereu a sua transferência para outra unidade de saúde.
É muito triste andarem a brincar com a saúde das Pessoas, e mais triste ainda é levantarem falsas calunias aos utentes, este Jornal esta atento e espera que a Senhora Directora Clínica venha dar a cara e clarificar de vez de onde saiu tanta mentira, mais a Utente quer as Provas das afirmações prestadas pelas Funcionarias dessa Unidade de Saúde.  Já que esta em causa o bom nome da utente e lá por terem canudo, pensam que são mais que os outros. ( O artigo 269 da Constituição da Republica Portuguesa é bem claro quanto ao funcionamento dos Funcionários do Estado  da republica Portuguesa.
Vamos ver qual a resposta dessa senhora Diretora Clínica que esta neste momento a frente da Aces Arco Ribeirinho.
Rui Henriques
Diretor

Gestão dos hospitais em PPP sem vantagens nem pior desempenho

Gestão dos hospitais em PPP sem vantagens nem pior desempenho

Um estudo da Entidade Reguladora da Saúde (ERS) sobre a gestão dos hospitais em regime de parcerias público-privadas (PPP) não identificou vantagens significativas neste modelo, mas também não apurou um pior desempenho destas instituições.

© Lusa
ECONOMIA ERS
O objetivo do estudo, pedido pelo Ministério da Saúde, foi identificar o que de positivo as PPP trouxeram ao SNS, mas também eventuais desvantagens
A avaliação da ERS focou-se em quatro vertentes: eficiência relativa, eficácia, qualidade clínica e custos de regulação.
Os hospitais com gestão em PPP foram comparados com outras instituições que dispõem de um Serviço de Urgência Polivalente (SUP) ou um Serviço Médico-Cirúrgico (SUMC), com vista à restrição da análise aos hospitais gerais (não especializados) do SNS com maior nível de diferenciação. Em relação ao primeiro parâmetro (eficiência), as conclusões do relatório, a que a agência Lusa teve acesso, refere que "não se encontrou evidência de que a gestão hospitalar em regime de PPP poderá levar a uma maior ou menor eficiência relativa na comparação com outros hospitais". Isto porque "não foi possível identificar diferenças estatisticamente significativas entre os resultados dos dois tipos de hospitais". Sobre a eficácia, e no que diz respeito à resolutividade do internamento, "os hospitais PPP apresentaram capacidade de resposta relativamente menor em casos de internamento". Já a capacidade de resolução das necessidades cirúrgicas dos hospitais PPP foi "globalmente superior à média dos hospitais comparáveis do grupo não PPP". Na percentagem de cirurgias em ambulatório no total de cirurgias programadas para procedimentos em ambulatório, todos os hospitais PPP apresentaram melhor desempenho relativo face à média do grupo sem estas parcerias, e com diferença estatisticamente significativa. "No caso da percentagem de fraturas de anca com cirurgia efetuada nas primeiras 48 horas, os resultados dos hospitais PPP foram globalmente negativos, excetuando-se o Hospital de Cascais", lê-se no documento. A ERS identificou "o incumprimento dos Tempos Máximos de Resposta Garantida (TMRG) por parte de todos os hospitais do grupo homogéneo, inclusive os PPP, e o facto de que os PPP apresentaram um desempenho pior no que se refere à percentagem de primeiras consultas médicas realizadas dentro do TMRG". "O resultado em termos de percentagem de cirurgias realizadas dentro do TMRG foi globalmente positivo para as PPP, na comparação com os outros hospitais do grupo homogéneo", prossegue o relatório. No parâmetro da qualidade, o Regulador apurou que "a percentagem de reclamações que visaram os hospitais PPP é superior à representatividade que esses hospitais têm no total de hospitais gerais públicos visados". "Há uma tendência de aumento do número de reclamações em anos recentes, sendo os principais temas visados os tempos de espera e a focalização no utente". Por último, e no eu diz respeito aos custos de regulação, a ERS destaca que, "no que se refere aos diferendos mediados pela ERS entre as entidades gestoras dos estabelecimentos hospitalares e a respetiva entidade pública contratante, constata-se o recurso à mediação como meio de conciliação entre as partes em três dos quatro hospitais com gestão em regime de PPP". "Não se pode daí deduzir uma maior ou menor ocorrência de litígios, na medida em que as cláusulas respeitantes a resoluções de litígios, integradas nos contratos de gestão respetivos, obrigam a que as partes tentem chegar a um acordo conciliatório com recurso à mediação, antes do recurso à arbitragem, obrigação que não resulta das regras previstas para definição dos contratos programa dos hospitais públicos". A primeira experiência de gestão privada de um estabelecimento público na área da saúde em Portugal teve início em 1995 com a celebração de um contrato para a gestão privada do Hospital Fernando Fonseca (Amadora-Sintra). Esta gestão em regime de PPP durou até 31 de dezembro de 2008. Seguiram-se os seguintes contratos de gestão de hospitais gerais públicos em regime de PPP: Hospital de Cascais (2009), Braga (2009) e de Vila Franca de Xira (2011), que foram substituídos por novos hospitais em 2010, 2011 e 2013, respetivamente. O Hospital Beatriz Ângelo (Loures) entrou em funcionamento em 2012. Em relação aos contratos com as entidades gestoras dos hospitais de Cascais e Braga, estes terminarão a 31 de dezembro de 2018 e 31 de dezembro de 2019, respetivamente. Como o Estado tem até dois anos antes do término destes prazos para informar as respetivas entidades gestoras acerca da sua decisão relativamente à continuidade ou não das parcerias em causa, isso significa que a próxima decisão deverá ocorrer até final deste ano, sobre o Hospital de Cascais.

Danças tradicionais europeias


Danças tradicionais europeias
Laefty Lo animam baile na Biblioteca de Palmela

A Biblioteca Municipal de Palmela continua a afirmar-se como ponto de encontro para os entusiastas dos bailes de danças tradicionais. Leónia de Oliveira é a monitora de dança e organizadora destes bailes mensais, apoiados pela Câmara Municipal. A 19 de junho, às 16 horas, a animação musical está a cargo dos Laefty LoNascido em 2008, este grupo resulta do encontro de vários músicos com o mesmo objetivo: a recriação de coreografias de matriz rural de vários países e de várias épocas, desde a Idade Média até à contemporaneidade. Os Laefty Lo são Jorge Anacleto (guitarras), Luísa Côrte (concertina e flautas de bisel), Martin Keates (sanfona), Patrícia Vieira (ensino das coreografias) e Vitor Cordeiro (flautas de bisel barrocas e renascentistas, gaita galega e musette béchonnet).
As entradas têm o valor de quatro euros, com bilheteira no local.

Estreia de Mico da Camara Pereira no fad

Estreia de Mico da Camara Pereira no fado
Cine-teatro S. João, em Palmela, acolhe “A tua voz é saudade”

Mico da Camara Pereira vai estar em Palmela, no Cine-teatro S. João, a 17 de junho, às 21h30, para dar a conhecer o seu mais recente álbum, “A tua voz é saudade”. Lançado em março, aquele que é o seu terceiro trabalho de originais motiva uma digressão nacional e conta com convidados de renome, como Olga Prats, Mafalda Arnauth, Noa, Silvestre Fonseca ou Luís Represas.
Apesar das ligações familiares ao mundo do Fado, Mico da Camara Pereira sempre se dedicou à música portuguesa de cariz popular, por considerar que é preciso maturidade para cantar Fado. Essa maturidade parece ter chegado agora, com “A tua voz é saudade”, que marca a estreia como fadista, acompanhado pelos irmãos Gonçalo, Francisca e Nuno da Câmara Pereira. O espetáculo em Palmela conta com a participação dos fadistas locais Maria Madalena e José Gago.
A entrada tem o valor de oito euros, numa organização Castelos de Outono, com o apoio da Câmara Municipal de Palmela.


Bilheteira Cine-teatro S. João
Telf. 212336630 / e-mail cultura@cm-palmela.pt
Atendimento dias úteis 9h00/12h00 e 13h30/16h00
Abertura uma hora e meia antes dos espetáculos
Levantamento de reservas até 48 horas antes do evento

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Seminário "Centros Históricos: Segurança, Resiliência e Sustentabilidade” | 13 de maio - 09h00

No âmbito do Dia Municipal do Bombeiro
Segurança e gestão da emergência no contexto dos Centros Históricos em debate

No âmbito das Comemorações do Dia Municipal do Bombeiro, em curso durante o mês de maio, a Câmara Municipal de Palmela e as Associações Humanitárias dos Bombeiros do Concelho promovem o Seminário “Centros Históricos: Segurança, Resiliência e Sustentabilidade”, a decorrer no dia 13 de maio, sexta-feira, no Auditório do Espaço Cidadão, em Palmela.
O Centro Histórico da vila de Palmela possui caraterísticas muito próprias, com um conjunto de edifícios de arquitetura vernácula, que lhe conferem uma posição relevante, nos campos do património e da cultura. Uma política de salvaguarda e recuperação do edificado e de prevenção face aos diversos riscos contribui, de forma significativa, para a segurança das populações e para a proteção deste património.
Com este seminário, a organização pretende promover o debate, a partilha de conhecimentos e experiências, bem como a criação de instrumentos base para a gestão da emergência nos Centros Históricos.
As inscrições são gratuitas e devem ser formalizadas através do email smpc@cm-palmela.pt ou do telefone 212 336 653.

Programa

09h00  Receção aos participantes e entrega de documentação
09h30  Sessão de Abertura
§  Álvaro Balseiro Amaro, Presidente da Câmara Municipal de Palmela
§  Autoridade Nacional de Proteção Civil

10h00 – 1.º Painel
(Moderador – Dr.ª Paula Almeida – CDOS de Setúbal)

§  Plano de Emergência Centro Histórico de Setúbal 
Serviço Municipal de Proteção Civil e Bombeiros, Câmara Municipal de Setúbal

§  Planeamento de Emergência para o Centro Histórico de Évora 
Serviço Municipal de Proteção Civil, Câmara Municipal de Évora 

11h15 – Pausa para café

11h30 – 2.º Painel
(Moderador – Dr.ª Teresa Machado – Gabinete de Recuperação do Centro Histórico)

§  Reabilitação Urbana do Edificado  
Arq. António Janeiro, Câmara Municipal de Almada

§  Comunicar o Risco / Unidades Locais de Proteção Civil
Junta de Freguesia de Campo de Ourique (a confirmar)

12h30 – Debate e Sessão de Encerramento
§  Luís Miguel Calha, Vereador da Câmara Municipal de Palmela

13h00 – Almoço livre

14h30 – Visita ao Centro Histórico de Palmela
§  Câmara Municipal de Palmela (Gabinete de Recuperação do Centro Histórico e Património Cultural – DCDJ
Pinhal Reboques


                                   





            Pinhal Reboques

Assistência e Desempanagem, Lda

Ao seu serviço em Pinhal Novo

Para tudo o Pais e Estrangeiro.

Agora com serviço de Vendas

de Peças usadas para o seu carro com 
garantia de satisfação e segurança.

Telaf: 212389779/ 80

Movel: 932389780

Grato pela sua preferia
Nota de Redação 
Nota muito importante sobre este anuncio o Diretor deste Jornal esta muito reconhecido ao sr. Nuno da pinhal Reboques o ter-nos facilitado a vida a quando nós tivemos um grave problema em que nos vimos impossibilitados de fazer um trabalho de Reportagem este Jornal esta muito agradecido tanta gentiliza, tal como fomos testemunhas que quando um empregado no dia 7 deste mês quando um Segurado estava a ser rebocado este ultimo estava a retirar uma roda para que o funcionário da Pinhal Reboques pode-se engatar o gancho para elevar o carro para o REBOQUE FOI LINDO DE SER VISTO ESTE ESPECTÁCULO.
Mais ainda é frequente ver-se os reboques desta empresa estacionados em cima de passeios a impedir que os piões possam passar, enquanto os respectivos motoristas não são visíveis?? .