sábado, 21 de fevereiro de 2015

Moção pela concretização da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Pinhal Novo - Sul

Moção pela concretização da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Pinhal Novo - Sul








Escritura de cedência de terreno foi em 2008
Câmara de Palmela exige construção urgente da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Pinhal Novo - Sul

A Câmara Municipal de Palmela, reunida a 18 de fevereiro, aprovou, por unanimidade, uma moção na qual volta a exigir a construção urgente da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Pinhal Novo – Sul, relembrando o longo processo negocial estabelecido com o Ministério da Saúde. O Município reafirmou, também, a sua disponibilidade para assumir o lançamento da empreitada, a fiscalização da obra e o arranjo e manutenção dos espaços exteriores do futuro equipamento, mantendo a postura de cooperação institucional iniciada com a cedência de terreno.
            Reconhecida como prioritária pela Administração Central e veementemente exigida pelas populações e pelas autarquias locais, a nova unidade de saúde já conheceu diversos projetos de construção e muitos avanços e recuos por parte dos sucessivos Governos, desde a celebração da escritura de cedência de terreno, em 2008. Em outubro do ano passado, o Presidente do Conselho Diretivo da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo comprometeu-se a agendar uma visita ao terreno, o que ainda não se concretizou.
Atendendo a indicadores muito preocupantes na freguesia - como o facto de 87,6% dos 9810 utentes da UCSP da Rua Guerra Junqueiro, em Pinhal Novo, não disporem de médico de família - e considerando a informação fornecida em 2014, que dá conta da existência de um novo projeto, com menores custos, o Município volta a reivindicar a afetação rápida dos meios necessários à construção da UCSP de Pinhal Novo – Sul.

Segue, abaixo, o texto integral da Moção:


«A construção urgente da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Pinhal Novo – Sul tem sido amplamente exigida pelas populações e pelas autarquias locais, através de diversos fóruns e ações, sendo a sua necessidade reconhecida pela Administração Central. Data de 2008 a escritura do terreno, cedido pelo Município ao Ministério da Saúde, com vista à construção desta Unidade, tendo sido fixado um prazo de dois anos para a sua concretização, entretanto, amplamente ultrapassado.

Entre 2009 e 2013, a informação prestada, quer pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), quer pelo Ministério da Saúde, deu conta dos desenvolvimentos do projeto de construção de uma unidade de Saúde para 15 mil utentes e da previsão do lançamento do procedimento concursal para a empreitada, aguardando-se a inscrição da verba no PIDDAC de 2013, o que não viria a acontecer.

Em janeiro do ano passado, o Presidente da Câmara Municipal de Palmela foi recebido pelo Secretário de Estado Adjunto da Saúde, que reconheceu a construção da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Pinhal Novo – Sul como sendo prioritária. No entanto, seis meses depois, em resposta a uma pergunta efetuada pelo Grupo Parlamentar do PCP, sobre a necessidade urgente do equipamento, o Gabinete do Ministro informou da não existência de data prevista para a sua construção.

Entretanto, e na sequência de uma informação da ARSLVT sobre a existência de novo projeto, com menores custos, mas cuja priorização estaria dependente da eventual disponibilidade do Município para cofinanciar a obra, esta Câmara aprovou, em setembro, de forma unânime, uma Moção contra a pressão exercida sobre as autarquias locais e a utilização deste critério para garantir um direito básico às populações, numa competência que é responsabilidade da Administração Central.

Em reunião subsequente com o Presidente do Conselho Diretivo da ARSLVT, em outubro, foi assumido o compromisso de realização de uma visita ao terreno, que não chegou a realizar-se.

Considerando que:

- a necessidade de construção urgente de uma nova Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados em Pinhal Novo é reconhecida e assumida como prioritária;

- de acordo com os últimos dados disponíveis, 87,6% dos 9810 utentes da UCSP da Rua Guerra Junqueiro, em Pinhal Novo,  não têm médico de família;

- de acordo com os diversos contactos realizados em 2014, com a ARSLVT, existe um projeto de construção, aguardando-se a atribuição da verba para a sua concretização;

A Câmara Municipal de Palmela, reunida em sessão pública, a 18 de fevereiro de 2015, delibera:

- Exigir, uma vez mais, que sejam afetos os meios necessários à construção urgente da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Pinhal Novo – Sul, nos termos do acordo celebrado entre o Município e a ARSLVT, em 2008;

- Reafirmar a disponibilidade do Município para lançar a empreitada, fiscalizar a obra e proceder ao arranjo e manutenção dos espaços exteriores do futuro equipamento, dando continuidade à postura de cooperação institucional iniciada com a cedência de terreno;

- Dar conhecimento da presente moção aos Ministro da Saúde, Secretário de Estado da Saúde, Presidente da ARSLVT, Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Centros de Saúde da Arrábida, Grupos Parlamentares com assento na Assembleia da República, Presidente da Assembleia da República, Assembleia Municipal de Palmela, Assembleia de Freguesia de Pinhal Novo, Junta de Freguesia de Pinhal novo, Comissão/comissões de Utentes de Saúde de Pinhal Novo.»

sábado, 31 de janeiro de 2015

As Temperaturas vão descer com ventos fortes a chuva

Alerta Amarela tal como mostra esta imagem do Instituto Português da Mar e da Atmosfera
para o este fim de semana 1 e 2 de fevereiro, as temperaturas vão descer, com a previsão de queda de Neve nas terras altas e ventos fortes acompanhados de chuva.


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Mais de 300 pessoas exigem suspensão de demolições na Ria Formosa

Mais de 300 pessoas exigem suspensão de demolições na Ria Formosa

LUSA
Mais de 300 pessoas das ilhas da Culatra, Hangares e Farol concentraram-se hoje em Olhão, em protesto contra as demolições das casas na Ria Formosa, previstas no Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC) do Algarve.
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O encontro, promovido pelas associações de moradores da Culatra, Hangares e Farol, ilhas que integram a Ria Formosa, no Algarve, juntou no auditório municipal em Olhão, moradores, autarcas e os deputados parlamentares eleitos pelo Algarve, Miguel Freitas (PS) e Paulo Sá (PCP).
Os participantes exigiram que o Governo "suspenda imediatamente" o processo de demolição de casas consideradas ilegais, bem como a suspensão do POOC Vilamoura-Vila Real de Santo António.
Para a presidente da associação de moradores da Culatra, Sílvia Padinha, a suspensão da atividade da Sociedade Polis Ria Formosa, entidade que gere o processo das demolições, "é uma questão de legalidade", alegando que um dos sócios que a compõem - a câmara de Olhão - "já denunciou que a mesma está a funcionar ilegalmente desde 01 de janeiro".
"Se é um dos sócios que integra a sociedade a fazer a denúncia, de que é que o Governo está à espera para suspender a Polis", questionou a represente dos moradores.
As três associações promotoras do encontro asseguraram que vão continuar a lutar "com todos os meios legais, para travar o processo e encontrar uma solução que satisfaça a pretensão dos moradores".
"Levaremos o caso até às últimas consequências, inclusive ao Tribunal Europeu para travar tamanha injustiça que está a ser cometida pelo Estado português", concluiu Sílvia Padinha.
A Sociedade Polis Ria Formosa iniciou em janeiro as demolições na Ria Formosa e esta semana a demolição de mais de uma centena de construções ilegais, na Praia de Faro, menos de um mês depois de ter sinalizado e tomado posse administrativa das mesmas.
Numa primeira fase, estão a ser demolidas as edificações situadas a nascente da Praia de Faro, nomeadamente anexos e casas consideradas como de segunda habitação, ficando por enquanto de fora as habitações cuja posse está suspensa por ainda correrem providências cautelares em tribunal.
De fora ficam, por agora, as construções situadas na zona central da Praia de Faro, concessionada à autarquia, e as casas de primeira habitação, cuja demolição só arrancará quando estiver concluído o processo de realojamento dos habitantes.

Perfumes "low cost" crescem em Portugal, marcas suspeitam de concorrência desleal LUSA31 de Janeiro de 2015, às 11:00 As lojas de perfumes "low cost", com aromas semelhantes a alguns de marca, mas muito mais baratos, estão a aumentar significativamente em Portugal, o que preocupa as empresas de perfumaria que suspeitam de concorrência desleal. null Estas lojas, a maioria franchisada de empresas portuguesas, mas também de outros países, nomeadamente Espanha, vendem perfumes identificados por números ou outras referências e com aromas semelhantes aos de marca, principalmente os mais vendidos. Apesar de, em alguns casos, ser possível adquirir um perfume com aroma semelhante ao de marca, bastando para tal dar o nome comercial da fragância como referência, estas lojas protegem-se agora mais e apenas dizem ter perfumes das mesmas "famílias olfativas". Isto acontece porque as empresas de perfumes e cosméticos em França e Espanha tentaram encerrar estas lojas, alegando que estavam a vender produtos à custa do nome da marca. Em Portugal, a Associação dos Industriais de Cosmética, Perfumaria e Higiene Corporal (AIC) está a acompanhar o crescimento destas lojas "com preocupação" e os seus associados têm debatido o tema, não descartando a hipótese de uma ação judicial. Ana Maria Couras, presidente da AIC, disse à agência Lusa que os associados estão preocupados. "Achamos que esta prática pode configurar uma concorrência desleal", afirmou. Para já, as empresas ainda não conseguem quantificar o prejuízo nas vendas dos seus perfumes devido à opção dos consumidores por esta espécie de "perfumes genéricos". As empresas estão contra a utilização do nome dos produtos de que são responsáveis por estas lojas, por considerarem que esta resulta "em desprestígio para a sua própria marca", adiantou Ana Maria Couras. Segundo a responsável, uma ação judicial não está colocada de parte, mas para já ainda não há uma posição oficial da AIC. Mas as empresas podem atuar a nível particular, lembrou. As lojas da Equivalenza, uma empresa espanhola que vende perfumes de "marca branca", são das mais presentes em Portugal, onde já conta com 90 estabelecimentos. A Equivalenza, que abriu 380 lojas em quatro anos, apresenta-se como "a marca branca do perfume" que oferece "criações próprias de perfumes de alta qualidade, cuidadosamente elaborados, com uma filosofia low cost (baixo preço)". "O consumidor não estava disposto a pagar mais por um produto de alta qualidade", refere a empresa como justificação para a sua aposta neste mercado. Contactada pela Lusa, uma responsável pela comunicação da Equivalenza referiu que os perfumes não são imitações. Sobre as referências às marcas de perfumes, a mesma responsável explicou: "Se um cliente entrar num café e pedir uma Coca Cola, o empregado pode dizer que não tem esse refrigerante, mas tem Pepsi. E isso não é ilegal". Nas lojas Equivalenza, prosseguiu, o cliente é encaminhado para as várias famílias olfativas que existem, tendo em conta os seus gostos. Atento a esta nova realidade está o organismo que regula o setor em Portugal. O Infarmed lembra que "qualquer produto cosmético só pode ser colocado no mercado se obedecer aos requisitos estabelecidos pela legislação aplicável aos produtos cosméticos, designadamente quanto à qualidade e segurança". "A pessoa responsável tem de garantir que a segurança do produto foi avaliada por um avaliador de segurança qualificado, que este é consequentemente seguro para o consumidor, e que este cumpre os requisitos legais aplicáveis, incluindo facultar um acesso fácil às autoridades competentes do ficheiro de informações sobre o produto, no local indicado no rótulo", adiantou à Lusa fonte deste organismo. O Infarmed garante que, até ao momento, não tem conhecimento de "qualquer situação irregular relacionada com a utilização destes produtos". O organismo, enquanto autoridade competente para os cosméticos, fiscaliza o cumprimento dos requisitos estabelecidos na legislação aplicável através da realização de controlos no mercado de todos os produtos nele disponibilizados, verificando o cumprimento das obrigações dos operadores económicos. Esta verificação faz-se, "de forma proporcional e adequada, através do ficheiro de informações sobre o produto, por verificação documental e, quando necessário, por meio de constatação física e laboratorial".

Perfumes "low cost" crescem em Portugal, marcas suspeitam de concorrência desleal

LUSA
As lojas de perfumes "low cost", com aromas semelhantes a alguns de marca, mas muito mais baratos, estão a aumentar significativamente em Portugal, o que preocupa as empresas de perfumaria que suspeitam de concorrência desleal.
null
Estas lojas, a maioria franchisada de empresas portuguesas, mas também de outros países, nomeadamente Espanha, vendem perfumes identificados por números ou outras referências e com aromas semelhantes aos de marca, principalmente os mais vendidos.
Apesar de, em alguns casos, ser possível adquirir um perfume com aroma semelhante ao de marca, bastando para tal dar o nome comercial da fragância como referência, estas lojas protegem-se agora mais e apenas dizem ter perfumes das mesmas "famílias olfativas".
Isto acontece porque as empresas de perfumes e cosméticos em França e Espanha tentaram encerrar estas lojas, alegando que estavam a vender produtos à custa do nome da marca.
Em Portugal, a Associação dos Industriais de Cosmética, Perfumaria e Higiene Corporal (AIC) está a acompanhar o crescimento destas lojas "com preocupação" e os seus associados têm debatido o tema, não descartando a hipótese de uma ação judicial.
Ana Maria Couras, presidente da AIC, disse à agência Lusa que os associados estão preocupados. "Achamos que esta prática pode configurar uma concorrência desleal", afirmou.
Para já, as empresas ainda não conseguem quantificar o prejuízo nas vendas dos seus perfumes devido à opção dos consumidores por esta espécie de "perfumes genéricos".
As empresas estão contra a utilização do nome dos produtos de que são responsáveis por estas lojas, por considerarem que esta resulta "em desprestígio para a sua própria marca", adiantou Ana Maria Couras.
Segundo a responsável, uma ação judicial não está colocada de parte, mas para já ainda não há uma posição oficial da AIC. Mas as empresas podem atuar a nível particular, lembrou.
As lojas da Equivalenza, uma empresa espanhola que vende perfumes de "marca branca", são das mais presentes em Portugal, onde já conta com 90 estabelecimentos.
A Equivalenza, que abriu 380 lojas em quatro anos, apresenta-se como "a marca branca do perfume" que oferece "criações próprias de perfumes de alta qualidade, cuidadosamente elaborados, com uma filosofia low cost (baixo preço)".
"O consumidor não estava disposto a pagar mais por um produto de alta qualidade", refere a empresa como justificação para a sua aposta neste mercado.
Contactada pela Lusa, uma responsável pela comunicação da Equivalenza referiu que os perfumes não são imitações.
Sobre as referências às marcas de perfumes, a mesma responsável explicou: "Se um cliente entrar num café e pedir uma Coca Cola, o empregado pode dizer que não tem esse refrigerante, mas tem Pepsi. E isso não é ilegal".
Nas lojas Equivalenza, prosseguiu, o cliente é encaminhado para as várias famílias olfativas que existem, tendo em conta os seus gostos.
Atento a esta nova realidade está o organismo que regula o setor em Portugal. O Infarmed lembra que "qualquer produto cosmético só pode ser colocado no mercado se obedecer aos requisitos estabelecidos pela legislação aplicável aos produtos cosméticos, designadamente quanto à qualidade e segurança".
"A pessoa responsável tem de garantir que a segurança do produto foi avaliada por um avaliador de segurança qualificado, que este é consequentemente seguro para o consumidor, e que este cumpre os requisitos legais aplicáveis, incluindo facultar um acesso fácil às autoridades competentes do ficheiro de informações sobre o produto, no local indicado no rótulo", adiantou à Lusa fonte deste organismo.
O Infarmed garante que, até ao momento, não tem conhecimento de "qualquer situação irregular relacionada com a utilização destes produtos".
O organismo, enquanto autoridade competente para os cosméticos, fiscaliza o cumprimento dos requisitos estabelecidos na legislação aplicável através da realização de controlos no mercado de todos os produtos nele disponibilizados, verificando o cumprimento das obrigações dos operadores económicos.
Esta verificação faz-se, "de forma proporcional e adequada, através do ficheiro de informações sobre o produto, por verificação documental e, quando necessário, por meio de constatação física e laboratorial".

LUSA
As lojas de perfumes "low cost", com aromas semelhantes a alguns de marca, mas muito mais baratos, estão a aumentar significativamente em Portugal, o que preocupa as empresas de perfumaria que suspeitam de concorrência desleal.
null
Estas lojas, a maioria franchisada de empresas portuguesas, mas também de outros países, nomeadamente Espanha, vendem perfumes identificados por números ou outras referências e com aromas semelhantes aos de marca, principalmente os mais vendidos.
Apesar de, em alguns casos, ser possível adquirir um perfume com aroma semelhante ao de marca, bastando para tal dar o nome comercial da fragância como referência, estas lojas protegem-se agora mais e apenas dizem ter perfumes das mesmas "famílias olfativas".
Isto acontece porque as empresas de perfumes e cosméticos em França e Espanha tentaram encerrar estas lojas, alegando que estavam a vender produtos à custa do nome da marca.
Em Portugal, a Associação dos Industriais de Cosmética, Perfumaria e Higiene Corporal (AIC) está a acompanhar o crescimento destas lojas "com preocupação" e os seus associados têm debatido o tema, não descartando a hipótese de uma ação judicial.
Ana Maria Couras, presidente da AIC, disse à agência Lusa que os associados estão preocupados. "Achamos que esta prática pode configurar uma concorrência desleal", afirmou.
Para já, as empresas ainda não conseguem quantificar o prejuízo nas vendas dos seus perfumes devido à opção dos consumidores por esta espécie de "perfumes genéricos".
As empresas estão contra a utilização do nome dos produtos de que são responsáveis por estas lojas, por considerarem que esta resulta "em desprestígio para a sua própria marca", adiantou Ana Maria Couras.
Segundo a responsável, uma ação judicial não está colocada de parte, mas para já ainda não há uma posição oficial da AIC. Mas as empresas podem atuar a nível particular, lembrou.
As lojas da Equivalenza, uma empresa espanhola que vende perfumes de "marca branca", são das mais presentes em Portugal, onde já conta com 90 estabelecimentos.
A Equivalenza, que abriu 380 lojas em quatro anos, apresenta-se como "a marca branca do perfume" que oferece "criações próprias de perfumes de alta qualidade, cuidadosamente elaborados, com uma filosofia low cost (baixo preço)".
"O consumidor não estava disposto a pagar mais por um produto de alta qualidade", refere a empresa como justificação para a sua aposta neste mercado.
Contactada pela Lusa, uma responsável pela comunicação da Equivalenza referiu que os perfumes não são imitações.
Sobre as referências às marcas de perfumes, a mesma responsável explicou: "Se um cliente entrar num café e pedir uma Coca Cola, o empregado pode dizer que não tem esse refrigerante, mas tem Pepsi. E isso não é ilegal".
Nas lojas Equivalenza, prosseguiu, o cliente é encaminhado para as várias famílias olfativas que existem, tendo em conta os seus gostos.
Atento a esta nova realidade está o organismo que regula o setor em Portugal. O Infarmed lembra que "qualquer produto cosmético só pode ser colocado no mercado se obedecer aos requisitos estabelecidos pela legislação aplicável aos produtos cosméticos, designadamente quanto à qualidade e segurança".
"A pessoa responsável tem de garantir que a segurança do produto foi avaliada por um avaliador de segurança qualificado, que este é consequentemente seguro para o consumidor, e que este cumpre os requisitos legais aplicáveis, incluindo facultar um acesso fácil às autoridades competentes do ficheiro de informações sobre o produto, no local indicado no rótulo", adiantou à Lusa fonte deste organismo.
O Infarmed garante que, até ao momento, não tem conhecimento de "qualquer situação irregular relacionada com a utilização destes produtos".
O organismo, enquanto autoridade competente para os cosméticos, fiscaliza o cumprimento dos requisitos estabelecidos na legislação aplicável através da realização de controlos no mercado de todos os produtos nele disponibilizados, verificando o cumprimento das obrigações dos operadores económicos.
Esta verificação faz-se, "de forma proporcional e adequada, através do ficheiro de informações sobre o produto, por verificação documental e, quando necessário, por meio de constatação física e laboratorial".

LUSA
As lojas de perfumes "low cost", com aromas semelhantes a alguns de marca, mas muito mais baratos, estão a aumentar significativamente em Portugal, o que preocupa as empresas de perfumaria que suspeitam de concorrência desleal.
null
Estas lojas, a maioria franchisada de empresas portuguesas, mas também de outros países, nomeadamente Espanha, vendem perfumes identificados por números ou outras referências e com aromas semelhantes aos de marca, principalmente os mais vendidos.
Apesar de, em alguns casos, ser possível adquirir um perfume com aroma semelhante ao de marca, bastando para tal dar o nome comercial da fragância como referência, estas lojas protegem-se agora mais e apenas dizem ter perfumes das mesmas "famílias olfativas".
Isto acontece porque as empresas de perfumes e cosméticos em França e Espanha tentaram encerrar estas lojas, alegando que estavam a vender produtos à custa do nome da marca.
Em Portugal, a Associação dos Industriais de Cosmética, Perfumaria e Higiene Corporal (AIC) está a acompanhar o crescimento destas lojas "com preocupação" e os seus associados têm debatido o tema, não descartando a hipótese de uma ação judicial.
Ana Maria Couras, presidente da AIC, disse à agência Lusa que os associados estão preocupados. "Achamos que esta prática pode configurar uma concorrência desleal", afirmou.
Para já, as empresas ainda não conseguem quantificar o prejuízo nas vendas dos seus perfumes devido à opção dos consumidores por esta espécie de "perfumes genéricos".
As empresas estão contra a utilização do nome dos produtos de que são responsáveis por estas lojas, por considerarem que esta resulta "em desprestígio para a sua própria marca", adiantou Ana Maria Couras.
Segundo a responsável, uma ação judicial não está colocada de parte, mas para já ainda não há uma posição oficial da AIC. Mas as empresas podem atuar a nível particular, lembrou.
As lojas da Equivalenza, uma empresa espanhola que vende perfumes de "marca branca", são das mais presentes em Portugal, onde já conta com 90 estabelecimentos.
A Equivalenza, que abriu 380 lojas em quatro anos, apresenta-se como "a marca branca do perfume" que oferece "criações próprias de perfumes de alta qualidade, cuidadosamente elaborados, com uma filosofia low cost (baixo preço)".
"O consumidor não estava disposto a pagar mais por um produto de alta qualidade", refere a empresa como justificação para a sua aposta neste mercado.
Contactada pela Lusa, uma responsável pela comunicação da Equivalenza referiu que os perfumes não são imitações.
Sobre as referências às marcas de perfumes, a mesma responsável explicou: "Se um cliente entrar num café e pedir uma Coca Cola, o empregado pode dizer que não tem esse refrigerante, mas tem Pepsi. E isso não é ilegal".
Nas lojas Equivalenza, prosseguiu, o cliente é encaminhado para as várias famílias olfativas que existem, tendo em conta os seus gostos.
Atento a esta nova realidade está o organismo que regula o setor em Portugal. O Infarmed lembra que "qualquer produto cosmético só pode ser colocado no mercado se obedecer aos requisitos estabelecidos pela legislação aplicável aos produtos cosméticos, designadamente quanto à qualidade e segurança".
"A pessoa responsável tem de garantir que a segurança do produto foi avaliada por um avaliador de segurança qualificado, que este é consequentemente seguro para o consumidor, e que este cumpre os requisitos legais aplicáveis, incluindo facultar um acesso fácil às autoridades competentes do ficheiro de informações sobre o produto, no local indicado no rótulo", adiantou à Lusa fonte deste organismo.
O Infarmed garante que, até ao momento, não tem conhecimento de "qualquer situação irregular relacionada com a utilização destes produtos".
O organismo, enquanto autoridade competente para os cosméticos, fiscaliza o cumprimento dos requisitos estabelecidos na legislação aplicável através da realização de controlos no mercado de todos os produtos nele disponibilizados, verificando o cumprimento das obrigações dos operadores económicos.
Esta verificação faz-se, "de forma proporcional e adequada, através do ficheiro de informações sobre o produto, por verificação documental e, quando necessário, por meio de constatação física e laboratorial".

Dois bombeiros feridos em incêndio na Baixa lisboeta, já controlado LUSA31 de Janeiro de 2015, às 23:55 Dois bombeiros ficaram hoje ligeiramente feridos no combate a um incêndio na Rua dos Sapateiros, na Baixa lisboeta, que foi considerado controlado cerca das 23:15, disse o vereador da Proteção Civil do município da capital. null Um fogo deflagrou perto das 21:40 no último piso de um edifício em obras na Rua dos Sapateiros e propagou-se à cobertura. Em declarações aos jornalistas no local cerca das 23:15, o vereador Carlos Castro adiantou que a situação foi considerada controlada e que, no combate às chamas, dois bombeiros sofreram ferimentos ligeiros.

Dois bombeiros feridos em incêndio na Baixa lisboeta, já controlado

LUSA
Dois bombeiros ficaram hoje ligeiramente feridos no combate a um incêndio na Rua dos Sapateiros, na Baixa lisboeta, que foi considerado controlado cerca das 23:15, disse o vereador da Proteção Civil do município da capital.
null
Um fogo deflagrou perto das 21:40 no último piso de um edifício em obras na Rua dos Sapateiros e propagou-se à cobertura.
Em declarações aos jornalistas no local cerca das 23:15, o vereador Carlos Castro adiantou que a situação foi considerada controlada e que, no combate às chamas, dois bombeiros sofreram ferimentos ligeiros.

LUSA
Dois bombeiros ficaram hoje ligeiramente feridos no combate a um incêndio na Rua dos Sapateiros, na Baixa lisboeta, que foi considerado controlado cerca das 23:15, disse o vereador da Proteção Civil do município da capital.
null
Um fogo deflagrou perto das 21:40 no último piso de um edifício em obras na Rua dos Sapateiros e propagou-se à cobertura.
Em declarações aos jornalistas no local cerca das 23:15, o vereador Carlos Castro adiantou que a situação foi considerada controlada e que, no combate às chamas, dois bombeiros sofreram ferimentos ligeiros.