quarta-feira, 13 de outubro de 2021
sexta-feira, 1 de outubro de 2021
IPMA confirma que partículas de vulcão de La Palma chegaram aos Açores
Em comunicado, o IPMA revela que na sequência da erupção daquele vulcão, desde 19 de setembro “têm sido emitidos gases e partículas para a atmosfera” que “são transportadas a longas distâncias”.
“De acordo com os resultados das previsões do serviço de monitorização atmosférica do programa Copernicus (CAMS), algumas dessas partículas terão chegado ao arquipélago dos Açores sob a forma de aerossol sulfato”, acrescenta a nota de imprensa.
O IPMA realça que o aerossol sulfato “resulta da reação em fase líquida do dióxido de enxofre com a água”, formando “pequenas partículas líquidas”.
Essas partículas, que podem ser “transportadas pelo vento”, possuem “propriedades óticas que contribuem para uma maior dispersão da luz e, consequentemente, provocam uma redução da visibilidade”.
“Desde o passado dia 29, as observações do IPMA confirmam uma redução significativa da visibilidade horizontal por estas partículas nos grupos central e oriental dos Açores, que deverão encontrar-se principalmente numa camada abaixo dos 800 metros de altitude”, assinala o comunicado.
O IPMA refere ainda que a “elevada humidade” registada nos Açores terá "aumentado o tamanho das partículas".
Hoje, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) disse estar a estudar a possibilidade de uma reação química provocada pelo vulcão de La Palma estar a criar uma “neblina” em torno de algumas ilhas dos Açores, possibilidade confirmada agora.
O vulcão Cumbre Vieja situa-se na ilha de La Palma, uma das que integram o arquipélago espanhol das Canárias, situado no oceano Atlântico, a oeste da costa de Marrocos.
Até ao momento, não se registaram feridos ou mortos.
A lava destruiu 656 edifícios e cobriu 268 hectares na ilha, de acordo com o sistema de medição geoespacial Copernicus da União Europeia.
Centro Hospitalar do Médio Tejo confirma erro clínico em transfusão de sangue
O responsável realçou ainda que, do inquérito, que confirma o erro clínico, “não foi possível apurar, no entanto, um nexo de causalidade entre o referido incidente e o óbito da vítima”.
O caso remonta ao final de agosto, quando uma mulher de 81 anos foi atacada por um bode, na freguesia do Pego, em Abrantes, e encaminhada para o hospital daquela cidade, onde viria a morrer.
No entanto, segundo afirmou na ocasião o Jornal de Notícias, que citou fonte hospitalar, a mulher “não terá morrido na sequência dos ferimentos causados pelo animal, mas sim devido à troca de sangue que lhe foi administrado no Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT)”.
Em declarações à Lusa, naquele dia, o CHMT não confirmou a causa da morte por administração de sangue errado, tendo remetido as conclusões para o resultado do inquérito instaurado em 14 de setembro e cujas conclusões foram hoje reveladas.
No comunicado de hoje, o CHMT “lamenta novamente o sucedido e apresenta sentidas condolências à família da vítima”.
O Centro Hospitalar do Médio Tejo agrega os hospitais de Abrantes, Tomar e Torres Novas, no distrito de Santarém.
UE volta à hora de inverno no dia 31. Conselho Europeu ainda não se decidiu sobre fim das mudanças horárias
“A próxima mudança sazonal tem lugar no dia 31 de outubro e repito o que disse há seis meses, quando me fizeram pela última vez essa pergunta, quando repeti o que tinha dito seis meses antes também: a Comissão propôs o fim da mudança sazonal da hora em setembro de 2018 […] e esta recebeu o apoio do Parlamento Europeu (PE) em 2019 e a bola está agora com os Estados-membros, que têm de chegar a uma posição comum no Conselho”, disse, na conferência de imprensa diária da Comissão Europeia o porta-voz para a Saúde Pública, Stefan de Keersmaecker, respondendo a uma questão sobre o tema.
A proposta para abolir a mudança da hora foi apresentada em 2018 pelo executivo comunitário, mas a discussão ficou bloqueada na divergência no Conselho da UE.
Os 27 Estados-membros, a quem cabe decidir sobre o assunto, não chegaram ainda a uma posição comum sobre o tema, sendo que o primeiro-ministro, António Costa, anunciou, ainda em 2018, que, com base numa recomendação do relatório realizado pelo Observatório Astronómico de Lisboa, de agosto de 2018, que as alterações sazonais são para manter.
A proposta foi apresentada pela Comissão Europeia em 2018 — na sequência de uma consulta pública efetuada em todos os Estados-membros em que a esmagadora maioria dos inquiridos (84%) se mostrou a favor do fim das mudanças de horas sazonais, e na sequência, também, de uma resolução do PE.
Face ao impasse no Conselho, no domingo, 31 de outubro, a hora muda uma vez mais e os ponteiros do relógio vão ser atrasados 60 minutos - das duas para a uma da manhã - entrando em vigor a hora de Inverno.
Mudança da hora pode ser “bastante nociva” para a saúde
A mudança da hora duas vezes por ano pode ter consequências “bastante nocivas” para a saúde, afetando o sono e o regular funcionamento dos sistemas do corpo humano, concluiu um estudo recente.
O consenso é assinado por nove autores, mas foi coordenado por Miguel Meira e Cruz, que é também o presidente da Associação Portuguesa de Cronobiologia e Medicina do Sono.
Em declarações à agência Lusa, o especialista apontou que “a grande conclusão é que a mudança da hora deve acabar de facto”, defendendo que “não faz sentido que continue”.
Miguel Meira e Cruz considerou que os argumentos a favor da mudança horária, “que são sobretudo aspetos financeiros e económicos, não são suficientes para contrapor aqueles que parecem ser os problemas que a saúde pode enfrentar com esta atitude”.
Dez dos 20 bombeiros voluntários da Benedita entregam capacetes em protesto
O bombeiro Dinis Coito disse que ele e os colegas foram desaconselhados de protestar “uma vez que os seus postos de trabalho poderiam ficar em risco ou sofrerem retaliações".
Dez dos 20 bombeiros voluntários da Benedita, no concelho de Alcobaça, entregaram, esta sexta-feira, os capacetes em protesto contra a direção da corporação e ameaçam passar à reserva por considerarem que o socorro está a ser descurado.
Sabe-se que o protesto iniciou-se com uma assembleia geral realizada na quinta-feira à noite, na qual foi eleita a direção que deverá gerir a associação durante os próximos três anos, mas com a qual “os bombeiros não concordam” e cujas opções “não estão mais dispostos a suportar”, segundo a informação transmitida à agência Lusa por Dinis Coito, bombeiro na corporação há 14 anos.
Às eleições, concorreram duas listas e saiu vencedora a lista A, encabeçada por Filipe Marques, que no mandato anterior ocupava o cargo de vogal na direção. “No fundo a direção é a mesma, tendo havido apenas troca de cadeiras, com o anterior presidente a concorrer como vogal e o anterior vogal a concorrer a presidente”, avançou o primeiro bombeiro, ao entregar o capacete “em protesto contra uma situação que se arrasta há anos e que havia a expectativa de vir a mudar com uma nova direção”.
Assim, explicou também que a contestação dos voluntários prende-se com “a degradação do corpo de bombeiros, perante as opções da direção, que transformou a corporação numa empresa de transporte de doentes, em detrimento do socorro”."O transporte de doentes é uma vertente importante” do serviço dos bombeiros, porém “tem de haver também investimento no socorro, porque sem ele os voluntários acabam por se desmotivar e não aparecer nos serviços, porque já sabem que não vão em missões de socorro, mas apenas levar doentes à diálise e a outros tratamentos”.
O operacional acrescentou igualmente que ele e os colegas foram desaconselhados de protestar “uma vez que os seus postos de trabalho poderiam ficar em risco ou sofrerem retaliações". Se a nova direção tomar posse, vários bombeiros não assalariados ameaçam passar à reserva, o que “colocará em risco a resposta e o socorro nas freguesias de Benedita e de Turquel”, frisou, adicionando “entre os assalariados, haja alguns que estão dispostos a sair e que recusam compactuar mais com esta situação.
O comandante dos bombeiros da Benedita, António Paulo, em declarações à mesma agência, adiantou que o comando “não vai tomar posição” àquilo que considera ser “uma manifestação pacífica de desagrado” que espera ver “rapidamente resolvida para que não venham a existir dificuldades em suprir todas as necessidades do serviço”.
Por outro lado, a Lusa tentou obter esclarecimentos por parte do novo presidente da Associação, Filipe Marques, mas não foi possível. À sua vez, a candidata derrotada, Alice Lourenço, esclareceu que a lista B “vai reunir e avaliar se avança com um pedido de impugnação das eleições”, dado, “não ter sido facultado o acesso à lista dos sócios que votaram”, ficando assim impedida de confirmar se “alguns não cumpriam o requisito de estarem inscritos há mais de seis meses”, entre outras irregularidades que consideram ter havido na assembleia.
domingo, 26 de setembro de 2021
Amigos (as ) estamos de volta com o nosso e Vosso Jornal Correio da Amizade sei que estive muito tempo sem aqui voltar mas agora aqui estou, e espero que melhor, neste voltar só foi possível com a intervenção de um bom amigo que se disponibilizou, para fazer o regresso desta Publicação que como sabem faz falta para divulgar o que os outros não dizem e ou não querem .
O Jornal Correio da Amizade, com este regresso vai continuar a a sua linha de Editorial de divulgação de Noticias Nacionais e Regionais, e todas aquelas que a situação careça de divulgação para conhecimento de todos .
O Diretor
Rui Henriques