Rui Henriques
=== PASSEIO À FONTE DA TELHA ===
Devem de ler e Partilhar o mais possível entre nós vamos divulgar
Á cerca de um ano fiz um passeio até á Fonte da Telha e agora cerca de um ano depois voltei outra vez, meus amigos vamos partilhar entre nós os locais bons, que Portugal tem.
Ao iniciar o meu passeio na Praia da Fonte da Telha, que depois de ter tomado uns bons banhos de Mar e Sol, foi recordar o meu saudoso amigo Tarzam Taborda, que residia na Fonte da Telha, tendo depois seguido para o Restaurante Marisqueira ( BOINA VERDE) onde desfrutei de um suculento almoço, e como sempre foi visitar a 6ª Bateria da Raposa na Fonte da Telha, que em tempos foi o 6º Reduto de Defesa da Costa Marítima Portuguesa, destinada a Proteger a Zona Compreendida entre a Foz do Rio Tejo e a Foz de Rio Sado.
Esta equipada com 3 peças Vickers de 234 mm de longo alcance, que cobre a área de entre a Trafaria e a Serra da Arrábida, mas não é tudo foi com grande mágoa que me deparei este ano, com um cenário de abandono geral quando lá estive á cerca de um ano, fiquei encantado com os espaços verdes desta Unidade Militar, era um regalo para a vista em cada canto um canteiro com flores e em cada canteiro se via muito bem tratado e com belos arranjos florais, muito trabalho ali era feito, era um PARAÍSO. para quem se deslocava aquela Unidade Militar agora meus amigos, ESTOU EM CHOQUE , NO LOCAL DAS FLORES, ERVAS, ONDE SE VIA ALEGRIA AGORA TRISTEZA E DESLEIXO, UM ABANDONO GERAL , um autentico atentado aos olhos, que agora se apresenta a todos os que estavam habituados a ver Beleza.
Sei que agora estamos em crise , mas meus amigos, não posso deixar de vir por esta via desabafar , o que dava gosto de ser visto e era um local que eu aconselhava aos meus amigos par irem visitar agora até parece os Montes Alentejanos sem vista e sem alma, a erva selvagem onde estava vida, será pedir muito a quem de direito que desse uma vista de olhos a este ATENTADO Á NATUREZA, hoje fiquei triste com o que vi, será que não a alguém não sei se seria o Senhor Sargento Ajudante Joaquim Castanheira que tratava tão bem daquele espaço , e agora tenha deixado chegar ao estado em que esta aquele local, que eu tanto gostei de ver, O VERDE , E O OCEANO AO LONGE, AGORA ESTÁ VOLTADO AO ABANDONO, PENSO QUE SEJA ELE A PESSOA RESPONSÁVEL PELA 6ª BATERIA DA RAPOSA, OU A QUEM DE DIREITO , QUE OLHE QUE COM AS CONDIÇÕES EM QUE ESTA, NAS CONDIÇÕES EM QUE EU VI AGORA, não posso RECOMENDAR AOS MEUS AMIGOS, QUE LÁ PASSEM PARA IREM VER O QUE ERA TÃO LINDO UM AUTENTICO PARAÍSO DE BELEZA.
===RECOMENDO aos meus amigos =====
A Praia da Fonte da Telha, onde se pode tomar banhos de Mar e Sol .
O Restaurante Marisqueira ( O Boina Verde ) onde se podem desfrutar de boa comida e simpatia, não muito caro, acreditem.
?????? NÂO RECOMENDO POR NADA ????
A visita a 6ª Bateria da Raposa onde só se encontra erva seca mais parecendo um mato sem vida e sem alegria, é muito triste o estado em que eu foi encontrar esta unidade Militar
Rui Henriques
Diretor
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
sábado, 21 de fevereiro de 2015
Editorial Câmara Municipal de Loulé
Neste numero de de informação intercalar é com muita satisfação que vos revelo aos meus leitores depois de ter informado o Senhor Vice Presidente da Câmara Municipal de Loulé Sr. Hugo Numes que este Jornal lhe esta muito agradecido pelas condições concedidas para que fosse possível este jornal poder fazer a cobertura e conseguinte Reportagem no Carnaval de Loulé.
Pelo facto que achamos muito estranho os serviços da referida Câmara Municipal de Loulé esta por diversas vezes a envia-nos, as iniciativas referentes a Biblioteca da Referida Cidade de Loulé, para o E-mail pessoal do Diretor desta publicação, mas quanto ao resto esta tudo esquecido.
Com a divulgação deste Editorial, sob o tema Câmara Municipal de Loulé, esperamos que seja revisto as atitudes referentes as condições concedidas ao desempenho para que este Jornal possa fazer o seu trabalho, bem como vamos ficar a aguardar que a Câmara se lembre de nos informar qual o dia da noite branca, e outras iniciativas que pensem tidas por convenientes.

Se duvidas ainda pudessem haver, aqui fica a prova em como a Câmara de Loulé nos envia algumas noticias, só lamentamos que se tenham esquecido as do Carnaval de 2015, e que não se esqueçam, das próximas iniciativas.
O Diretor
Rui Henriques
Pelo facto que achamos muito estranho os serviços da referida Câmara Municipal de Loulé esta por diversas vezes a envia-nos, as iniciativas referentes a Biblioteca da Referida Cidade de Loulé, para o E-mail pessoal do Diretor desta publicação, mas quanto ao resto esta tudo esquecido.
Com a divulgação deste Editorial, sob o tema Câmara Municipal de Loulé, esperamos que seja revisto as atitudes referentes as condições concedidas ao desempenho para que este Jornal possa fazer o seu trabalho, bem como vamos ficar a aguardar que a Câmara se lembre de nos informar qual o dia da noite branca, e outras iniciativas que pensem tidas por convenientes.
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---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Informação CM-LOULÉ <informacao@cm-loule.pt>
Data: 20 de fevereiro de 2015 às 18:27
Assunto: Atividades Desportivas - 20 a 22 Fev CRM-CML0003423
Para: domruidehenriques <domruidehenriques@gmail.com>
Caro (a) domruidehenriques
De: Informação CM-LOULÉ <informacao@cm-loule.pt>
Data: 20 de fevereiro de 2015 às 18:27
Assunto: Atividades Desportivas - 20 a 22 Fev CRM-CML0003423
Para: domruidehenriques <domruidehenriques@gmail.com>
Caro (a) domruidehenriques
Se duvidas ainda pudessem haver, aqui fica a prova em como a Câmara de Loulé nos envia algumas noticias, só lamentamos que se tenham esquecido as do Carnaval de 2015, e que não se esqueçam, das próximas iniciativas.
O Diretor
Rui Henriques
Moção pela concretização da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Pinhal Novo - Sul
Moção pela concretização da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Pinhal Novo - Sul
Escritura de cedência de terreno foi em 2008
Câmara de Palmela exige construção urgente da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Pinhal Novo - Sul
A Câmara Municipal de Palmela, reunida a 18 de fevereiro, aprovou, por unanimidade, uma moção na qual volta a exigir a construção urgente da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Pinhal Novo – Sul, relembrando o longo processo negocial estabelecido com o Ministério da Saúde. O Município reafirmou, também, a sua disponibilidade para assumir o lançamento da empreitada, a fiscalização da obra e o arranjo e manutenção dos espaços exteriores do futuro equipamento, mantendo a postura de cooperação institucional iniciada com a cedência de terreno.
Reconhecida como prioritária pela Administração Central e veementemente exigida pelas populações e pelas autarquias locais, a nova unidade de saúde já conheceu diversos projetos de construção e muitos avanços e recuos por parte dos sucessivos Governos, desde a celebração da escritura de cedência de terreno, em 2008. Em outubro do ano passado, o Presidente do Conselho Diretivo da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo comprometeu-se a agendar uma visita ao terreno, o que ainda não se concretizou.
Atendendo a indicadores muito preocupantes na freguesia - como o facto de 87,6% dos 9810 utentes da UCSP da Rua Guerra Junqueiro, em Pinhal Novo, não disporem de médico de família - e considerando a informação fornecida em 2014, que dá conta da existência de um novo projeto, com menores custos, o Município volta a reivindicar a afetação rápida dos meios necessários à construção da UCSP de Pinhal Novo – Sul.
Segue, abaixo, o texto integral da Moção:
«A construção urgente da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Pinhal Novo – Sul tem sido amplamente exigida pelas populações e pelas autarquias locais, através de diversos fóruns e ações, sendo a sua necessidade reconhecida pela Administração Central. Data de 2008 a escritura do terreno, cedido pelo Município ao Ministério da Saúde, com vista à construção desta Unidade, tendo sido fixado um prazo de dois anos para a sua concretização, entretanto, amplamente ultrapassado.
Entre 2009 e 2013, a informação prestada, quer pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), quer pelo Ministério da Saúde, deu conta dos desenvolvimentos do projeto de construção de uma unidade de Saúde para 15 mil utentes e da previsão do lançamento do procedimento concursal para a empreitada, aguardando-se a inscrição da verba no PIDDAC de 2013, o que não viria a acontecer.
Em janeiro do ano passado, o Presidente da Câmara Municipal de Palmela foi recebido pelo Secretário de Estado Adjunto da Saúde, que reconheceu a construção da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Pinhal Novo – Sul como sendo prioritária. No entanto, seis meses depois, em resposta a uma pergunta efetuada pelo Grupo Parlamentar do PCP, sobre a necessidade urgente do equipamento, o Gabinete do Ministro informou da não existência de data prevista para a sua construção.
Entretanto, e na sequência de uma informação da ARSLVT sobre a existência de novo projeto, com menores custos, mas cuja priorização estaria dependente da eventual disponibilidade do Município para cofinanciar a obra, esta Câmara aprovou, em setembro, de forma unânime, uma Moção contra a pressão exercida sobre as autarquias locais e a utilização deste critério para garantir um direito básico às populações, numa competência que é responsabilidade da Administração Central.
Em reunião subsequente com o Presidente do Conselho Diretivo da ARSLVT, em outubro, foi assumido o compromisso de realização de uma visita ao terreno, que não chegou a realizar-se.
Considerando que:
- a necessidade de construção urgente de uma nova Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados em Pinhal Novo é reconhecida e assumida como prioritária;
- de acordo com os últimos dados disponíveis, 87,6% dos 9810 utentes da UCSP da Rua Guerra Junqueiro, em Pinhal Novo, não têm médico de família;
- de acordo com os diversos contactos realizados em 2014, com a ARSLVT, existe um projeto de construção, aguardando-se a atribuição da verba para a sua concretização;
A Câmara Municipal de Palmela, reunida em sessão pública, a 18 de fevereiro de 2015, delibera:
- Exigir, uma vez mais, que sejam afetos os meios necessários à construção urgente da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Pinhal Novo – Sul, nos termos do acordo celebrado entre o Município e a ARSLVT, em 2008;
- Reafirmar a disponibilidade do Município para lançar a empreitada, fiscalizar a obra e proceder ao arranjo e manutenção dos espaços exteriores do futuro equipamento, dando continuidade à postura de cooperação institucional iniciada com a cedência de terreno;
- Dar conhecimento da presente moção aos Ministro da Saúde, Secretário de Estado da Saúde, Presidente da ARSLVT, Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Centros de Saúde da Arrábida, Grupos Parlamentares com assento na Assembleia da República, Presidente da Assembleia da República, Assembleia Municipal de Palmela, Assembleia de Freguesia de Pinhal Novo, Junta de Freguesia de Pinhal novo, Comissão/comissões de Utentes de Saúde de Pinhal Novo.»
sábado, 31 de janeiro de 2015
As Temperaturas vão descer com ventos fortes a chuva
Alerta Amarela tal como mostra esta imagem do Instituto Português da Mar e da Atmosfera
para o este fim de semana 1 e 2 de fevereiro, as temperaturas vão descer, com a previsão de queda de Neve nas terras altas e ventos fortes acompanhados de chuva.
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Mais de 300 pessoas exigem suspensão de demolições na Ria Formosa
Mais de 300 pessoas exigem suspensão de demolições na Ria Formosa
LUSA
Mais de 300 pessoas das ilhas da Culatra, Hangares e Farol concentraram-se hoje em Olhão, em protesto contra as demolições das casas na Ria Formosa, previstas no Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC) do Algarve.
O encontro, promovido pelas associações de moradores da Culatra, Hangares e Farol, ilhas que integram a Ria Formosa, no Algarve, juntou no auditório municipal em Olhão, moradores, autarcas e os deputados parlamentares eleitos pelo Algarve, Miguel Freitas (PS) e Paulo Sá (PCP).
Os participantes exigiram que o Governo "suspenda imediatamente" o processo de demolição de casas consideradas ilegais, bem como a suspensão do POOC Vilamoura-Vila Real de Santo António.
Para a presidente da associação de moradores da Culatra, Sílvia Padinha, a suspensão da atividade da Sociedade Polis Ria Formosa, entidade que gere o processo das demolições, "é uma questão de legalidade", alegando que um dos sócios que a compõem - a câmara de Olhão - "já denunciou que a mesma está a funcionar ilegalmente desde 01 de janeiro".
"Se é um dos sócios que integra a sociedade a fazer a denúncia, de que é que o Governo está à espera para suspender a Polis", questionou a represente dos moradores.
As três associações promotoras do encontro asseguraram que vão continuar a lutar "com todos os meios legais, para travar o processo e encontrar uma solução que satisfaça a pretensão dos moradores".
"Levaremos o caso até às últimas consequências, inclusive ao Tribunal Europeu para travar tamanha injustiça que está a ser cometida pelo Estado português", concluiu Sílvia Padinha.
A Sociedade Polis Ria Formosa iniciou em janeiro as demolições na Ria Formosa e esta semana a demolição de mais de uma centena de construções ilegais, na Praia de Faro, menos de um mês depois de ter sinalizado e tomado posse administrativa das mesmas.
Numa primeira fase, estão a ser demolidas as edificações situadas a nascente da Praia de Faro, nomeadamente anexos e casas consideradas como de segunda habitação, ficando por enquanto de fora as habitações cuja posse está suspensa por ainda correrem providências cautelares em tribunal.
De fora ficam, por agora, as construções situadas na zona central da Praia de Faro, concessionada à autarquia, e as casas de primeira habitação, cuja demolição só arrancará quando estiver concluído o processo de realojamento dos habitantes.
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